Quadros encontrados e quadros roubados de Picasso. (Crédito: Arquivo)

As obras de Picasso, Botero e Tàpies estavam em transporte vindo de uma exposição realizada recentemente na Alemanha quando o veículo foi assaltado por três pessoas encapuzadas no dia 27 de novembro nas imediações de Madri. Os ladrões não fizeram nenhum disparo, forçaram a porta de entrada do armazém onde estava estacionado o caminhão e levaram as peças. Os policiais encontraram o caminhão vazio e abandonado três dias depois.

Segundo o jornal “El Mundo”, trata-se do maior roubo de peças artísticas contemporânea até a presente data na Espanha.

Quase ao mesmo tempo, como foi noticiado alguns dias atrás, um eletricista francês aposentado e sua mulher vieram a público para mostrar as supostas 271 obras de Picasso que o casal manteve escondido durante anos.

Pierre Le Guennec, um eletricista aposentado de 71 anos que já trabalhou para Picasso, e sua mulher mostraram a Claude, filho de Picasso, e a outros administradores do patrimônio em Paris muitos dos trabalhos em setembro. Eles buscavam um certificado de autenticidade, segundo o advogado.

O filho do artista, Claude Picasso, teria dito que seu pai era conhecido pelam generosidade, mas sempre dedicava, datava e assinava seus presentes, pois sabia que alguns dos presenteados tentariam vender o material algum dia. A coleção data do período mais criativo do artista, de 1900 a 1932, e inclui litografias, retratos, aquarelas e esboços, além de nove colagens cubistas estimadas em US$ 40 milhões.

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Jornalista, mestrando em Comunicação na Ufrgs e Editor-Fundador do Nonada - Jornalismo Travessia. Acredita nas palavras e nas pessoas. Twitter: @rafaelgloria
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