Dirigido pelo capixaba Rodrigo Aragão, o filme será destaque da primeira noite do festival em POA

Há tempos que o “folclore moderno” brasileiro pedia um filme sobre suas criaturas. E o capixaba Rodrigo Aragão resolveu atender a este chamado, realizando o longa A Noite do Chupacabras. O diretor abre o Festival de Cinema Fantástico de Porto Alegre pela segunda vez – Mangue Negro, premiada produção nos ciclos de cinema de terror, foi exibido no primeiro dia da quarta edição, dia 1º de julho.

Aragão já havia feito um curta-metragem sobre a criatura quando ainda dava seus primeiros passos no cinema. A filmagem de cerca de 17 minutos intitulada Chupa-cabras custou R$ 300 e foi exibida apenas de maneira local e em festivais. Já para o longa A Noite dos Chupacabras o orçamento previsto é de R$ 100 mil, obtidos de incentivo privado, o que aumenta o seu caráter independente.

A história do filme desenrola-se no interior do Espírito Santo, onde um casal retorna a sua terra natal. Misteriosamente, os rebanhos da fazenda onde vivem estão morrendo, e os culpados, como em toda boa cidade do interior, são os vizinhos que também são a família rival. O clímax ocorre quando ambas descobrem que o real assassino não é quem todos esperavam, mas uma ameaça que superpõe apenas os animais. O longa promete seguir a estética de Mangue Negro: muito sangue, fala típica da região sem poupar palavrões e a estética característica dos filmes que aliam humor com terror, sem necessariamente precisarem serem rotulados de trash.

Veja o trailer de A Noite do Chupacabras: http://www.youtube.com/watch?v=Kl37i38SVMY

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