Desde o dia 15 de junho acontece a 16º edição do Florianópolis Audiovisual Mercosul (FAM), que visa fomentar a formação de público, difundir obras inéditas e viabilizar o debate de temas sobre o audiovisual com cineastas, diretores e produtores do mercado que atuam no mercado brasileiro e nos países do Mercosul.

Na noite de abertura do FAM, o diretor Nelson Pereira exibiu o esperado segundo filme da sua anunciada trilogia sobre Antonio Carlos Jobim, “A Luz do Tom”. Baseada no livro Antonio Carlos Jobim: Um Homem Iluminado, de Helena Jobim, irmã do compositor, fala da relação de Tom com as mulheres. Ou, pelo menos, com três delas, que tiveram importância fundamental em sua vida – a própria Helena e as duas esposas, Thereza e Ana.

“Memórias do Cárcere” está na retrospectiva que homenageia a obra do cineasta Nelson Pereira (Crédito: Divulgação)

Além dessa estreia nacional, o FAM também promove uma retrospectiva da obra de Nelson Pereira dos Santos, com alguns dos seus mais importantes filmes, como “Vidas Secas” e “Memórias do Cárcere”. A mostra homenagem lembra a fase experimental de Nelson com “Asyllo Muito Louco” e seu diálogo com a música sertaneja comparece com “Estrada da Vida”, que põe em foco a dupla Milionário e Zé Rico.

Na área contemporânea, o festival traz uma série de produções do Mercosul, divididas em quatro mostras competitivas: Mostra de Curtas Mercosul, uma mostra infantojuvenil, outra catarinense, exclusiva dos filmes do Estado, e o Doc FAM, com seis documentários, entre eles o argentino El Polonio, de Daiana Rosenfeld, único representante estrangeiro nessa mostra.

O FAM se encerra no dia 22 de junho.

 

 

 

 

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