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Thaís Seganfredo Capa: montagem com obras de Rosana Paulino Embora evite rótulos e “classificações uniformes”, a próxima edição da Bienal do Mercosul aponta seu leme em direção ao feminismo. A palavra, uma das mais discutidas, cooptadas e divididas dos últimos anos, pode não fazer jus a complexidade de seu significado, mas serve para entender o

Thaís Seganfredo Das obras artísticas recentes no Brasil, algumas têm se voltado a revisitar os cenários rurais e a ampla diversidade de quem vive nesses territórios. Na literatura, Itamar Vieira Junior tem se destacado com um dos melhores livros dos últimos anos. Torto Arado (Todavia, 2019) já está na lista das grandes obras brasileiras que

Reportagem: Thaís Seganfredo Fotos: Douglas Freitas/Festipoa Literária Duas das maiores vozes intelectuais do país, Sueli Carneiro e Djamila Ribeiro abriram a 12ª Festipoa Literária na noite desta segunda-feira (29), em uma mesa de debate que propôs soluções para as questões sociais do país e abordou a obra de Sueli, homenageada deste ano. Ao lado da

Reportagem: Thaís SeganfredoFoto:Invasão, de Jaime Laureano Para que(m) serve um mapa? Representação gráfica que teve seu advento pelas mãos dos colonizadores, a cartografia é cada vez mais uma ferramenta de resistência e de transformação social com grande potencial. Com essa premissa,  um grupo de geógrafos, artivistas e outros profissionais se uniram na Alemanha para compilar

Reportagem: Laura Galli Fotos: Anselmo Cunha “Preciso tirar o sapato também?” pergunto para a Márcia, assim que entramos no chamado Complexo da Dona Nazaré, onde, entre outros espaços coletivos, funciona a Biblioteca Comunitária do Arquipélago. Inúmeros pares de sapatos e chinelos de diferentes tamanhos repousavam ao lado da porta. Ela me responde que não, “tu sabe

por Thayse Ribeiro Eu já havia assistido a Roma duas vezes em casa. Todavia, a emoção da sala escura  do cinema e de dividir a experiência com as pessoas que ali estavam foi imensamente melhor do que o meu testemunho solitário em casa. Em uma noite chuvosa de quinta-feira, após a longa espera na fila

De dia, Sílvio Farias não tinha quase comida para se alimentar. De noite, se transformava no pintor talentoso, fã de Van Gogh, que aparecia na TV e na coluna social. Prestes a completar 40 anos, abriu mão da estabilidade de um emprego fixo e desistiu de um casamento para viver da — e para a — arte.

por Laura Galli Com sala lotada na Cinemateca Capitolio, Baronesa voltou a cartaz em Porto Alegre na última quinta-feira. A diretora do filme, Juliana Antunes, esteve na cidade especialmente para sessão especial comentada. Baronesa é um filme que fala de mulheres, amigas e vizinhas que vivem na periferia de Belo Horizonte. São as protagonistas Andreia,