Que o mercado digital da indústria fonográfica vem crescendo, não é novidade. A surpresa do momento é a notícia de que as vendas de música digital superaram pela primeira vez as vendas físicas, ou seja, de CDs e vinis, no Reino Unido.

Vendas de CDs e vinis diminuiram 15% em relação ao primeiro trimestre do ano passado (Crédito: Reprodução)

No primeiro trimestre do ano de 2012, 55,5% das 155,8 milhões de libras que circularam no mercado musical  referiram-se a vendas de música online, segundo dados levantados pela Indústria Fonográfica Britânica (BPI, sigla em inglês), e divulgados na última semana. Esse tipo de venda totalizou em uma receita de 86,5 milhões de libras, tendo aumentado 25% em relação ao mesmo período do ano passado.

Outros números divulgados pela organização ainda chamaram a atenção: o crescimento do mercado digital fez a indústria fonográfica crescer junto, apesar da diminuição das vendas de CDs e vinis em 15%, avançando em 2,7%. Ainda assim, estamos longe de falar em algo como o “fim do CD”, afinal, assim como o vinil, ele tem seu público específico, e detém a maior parte da venda de albuns no próprio Reino Unido.

Receitas digitais são compostas por downloads, assinaturas e serviços de música sustentados por anúncios. Nessa fatia do mercado, em relação aos artistas que mais venderam no período e local analisados, Lana del Rey aparece em primeiro lugar, com o seu disco Born To Die, seguida de Emile Sande, com Our Version of Events. A queridinha Adele aparece na quarta posição, com 21, logo depois de Ed Sheeran, na terceira posição, com +.

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