O que uma CEO de uma startup, um arquiteto de negócios, uma trancista e um analista de atendimento ao cliente têm em comum? Todos eles, de alguma maneira, estão impactando positivamente o sistema.

O projeto “A gente muda o sistema”, uma série de filmes lançada pelo Nubank, mostra como esses personagens se conectam no inconformismo de fazer diferente quando o sistema em que se está inserido  exclui, oprime, constrange e não impulsiona potências negras. 

Afinal, ampliar a diversidade nas empresas é um processo de transformação que vai além de ações pontuais. Internamente, passa por adotar uma cultura antirracista e sistemas de gestão que tragam resultados concretos. Externamente, passa por garantir acesso de pessoas e negócios pretos no  sistema financeiro. 

O projeto do Nubank vai mostrar, também, em vídeos e peças, um pouco sobre algumas ações internas da companhia e como elas impactaram na vida de milhões de pessoas – uma delas é Rafaela Xavier. Mineira de 24 anos, Rafa, como gosta de ser chamada, conseguiu organizar as finanças de seu negócio usando os produtos do Nu. Seu trabalho como trancista e mentora teve um salto significativo em pouco tempo e a praticidade da conta PJ permite que ela foque no negócio.  

“Meu curso cresceu muito rápido. Temos mais de 1600 alunas formadas pelo programa ‘Viver de tranças’. Eu trabalho por muitas horas e a facilidade de acessar o meu dinheiro sem burocracia sem enfrentar grandes filas, a qualquer hora e sem constrangimento é um grande diferencial”. 

O impacto na vida de milhões de brasileiros foi um dos motivos que fez com que Jurandir Pacheco passasse de cliente a funcionário do Nu. Nascido em Salvador, Jurandir Pacheco, de 28 anos, conheceu o Nubank em 2015, virou cliente e hoje trabalha na empresa como arquiteto de negócios. “Passei a acompanhar o Nu com um olhar curioso sobre como as coisas funcionavam por dentro. Em 2021, o interesse passou a ser mútuo e gerou uma outra relação entre nós. Hoje, estou trabalhando no Nubank num momento de muitos acontecimentos importantes, com destaque para a chegada do NuLab à  minha cidade natal”, diz. 

O NuLab é hub de tecnologia e experiência do cliente que está sendo construído em Salvador (BA) com foco em desenvolver talentos locais, acelerar o acesso ao conhecimento e impactar positivamente a comunidade baiana.

O compromisso de diversidade também vale para o quadro de funcionários. Após realizar um censo organizacional, o Nubank traçou a meta de contratar 2 mil profissionais negros até 2025, para ocuparem cargos de liderança em áreas como engenharia, negócios e ciência de dados. Hoje, mais de 30% dos colaboradores da empresa são negros.

Matheus Silva é um deles. Nubanker desde o início de 2021, ele tem visto essa meta sendo concretizada. “Desde que cheguei no Nubank, percebi que estava literalmente no lugar certo. Estou realizado e feliz de ver como esse trabalho vem sendo feito na empresa”.

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Investimento em startups de pessoas negras

No início do ano, o Nubank também anunciou o programa Semente Preta, que está investindo R$ 1 milhão em startups fundadas ou geridas por pessoas negras. Segundo o Nubank, “o objetivo do programa é fomentar o desenvolvimento de um ecossistema de tecnologia mais diverso, dando oportunidades a empreendedores que normalmente encontram mais obstáculos para ter acesso a crédito, apoio no planejamento e na administração de seus negócios”.

Um desses negócios apoiados pelo Semente Preta é fundado por Tatiana Santarelli, empreendora mineira de 43 anos e CEO da Team Hub. As histórias de Tatiana, Matheus, Jurandir e Rafaela podem ser acompanhadas nos vídeos e peças divulgados nas redes do Nubank.  

*Esta notícia é patrocinada pelo Nubank.