imagemarquivopessoal

O economista Mauro Salvo atribui a existência do mercado de obras de arte roubadas à grande rentabilidade do processo. (Crédito: Foto Arquivo

 

Receba o Nonada no seu e-mail

Dicas culturais, reportagens e os destaques do Nonada direto na sua caixa de entrada.

Cultura, jornalismo e educação

Relacionadas