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Neste artigo, o artista, pesquisador e empreendedor cultural Alexandre Vargas reflete sobre a necessidade de uma política cultural no Rio Grande do Sul, que considere as dimensões econômica e cidadã da cultura. O pesquisador defende que se discuta o setor cultural no processo de reforma tributária e propõe medidas como redução do ICMS e desoneração

Thaís Seganfredo Foto: Espetáculo “O Feminino Sagrado”, do Afrosul Odomodê em parceria com o Coletivo Montingente (Douglas Freitas/Nonada) Aprovada pelo Senado em junho, a Lei Aldir Blanc, que destinará ao setor cultural R$ 3 milhões oriundos do Fundo Nacional de Cultura, já está sendo regulamentada. Caberá às secretarias estaduais de cultura a realização dos cadastros

Cristiane Marçal* O momento distópico que vivemos teve um impacto devastador para o mercado de cultura. Numa tentativa de compensar o problema, diferentes esferas do governo e instituições sem fins lucrativos lançaram editais de auxílio emergencial para a cadeia produtiva da cultura. A prefeitura de Porto Alegre fez o mesmo, lançando ao mesmo tempo dois

Thaís Seganfredo Foto: equipe do Arte Suburbana (Jordão Farias/divulgação) Quem tem direito à cultura? Embora o Artigo 27° da Declaração Universal dos Direitos Humanos estabeleça que todas as pessoas deveriam ter condições de acessar produções culturais de forma universal e gratuita, em países como o Brasil fatores históricos como a desigualdade social e o racismo

por Cristiane Marçal* Ilustração: Joana Lira Assisti ao espetáculo “Preferiria não?”, da Denise Stoklos, em 2012, no Theatro São Pedro. Em dado momento, não me recordo com precisão em qual contexto, a performer solta um comentário que diz muito sobre o cenário artístico no Brasil. Foi algo como “eu não teria carreira se não existisse

Foto – governo estadual Porto Alegre amanheceu com uma triste notícia para a cultura. Mais de 30 profissionais dos quadros técnicos e operacionais foram demitidos do Theatro São Pedro nesta quarta-feira (6). O Nonada apurou que os profissionais desligados eram contratados pela Associação de Amigos do Theatro São Pedro, e que os contratos não foram

Thaís Seganfredo Foto: Joel Vargas / PMPA Números divulgados pela Nielsen e pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) esta semana confirmam um cenário pessimista, que já era esperado pelo mercado editorial: o faturamento do setor no país caiu 47,6% em abril, deixando de vender R$60 milhões em comparação com os dados de março.